Sobre

A Associação Brasileira de Psicomotricidade

No Brasil,há 34 (trinta e quatro) anos aproximadamente, deu-se início à formação de profissionais na área da psicomotricidade, por meio de convite a profissionais estrangeiros, que durante muitos anos foram habilitando, especializando e capacitando os brasileiros para um mercado latente no país, como resposta às inadequações e inadaptações escolares e sociais.

Em 19 de abril de 1980 no Centro de Estudos Carlos Saboya, na Clinica Beatriz Saboya e Ipanema, Rio de Janeiro deu-se a fundação da Sociedade Brasileira de Terapia Psicomotora (SBTP), ligada a Sociedade Internacional de Terapia Psicomotora.

Em seguida 40 profissionais, interessados na psicomotricidade, reuniram-se em Araruama (RJ), para delinear as normas e o Estatuto da Sociedade. Os Capítulos criados foram: o do Rio de Janeiro,São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Espírito Santo.

Alteração do Nome

  • Em 8 de maio de 1986 foi votada a mudança de nome de S.B.T.P. para S.B.P. - Sociedade Brasileira de Psicomotricidade.
  • E em 30 de abril de 2005 foi votada a alteração do nome e Estatuto da S.B.P., para cumprir exigência do Novo Código Civil Brasileiro, conforme Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 passando a partir dessa data a denominar-se Associação Brasileira de Psicomotricidade (ABP) em todo documento oficial permanecendo no entanto, o nome fantasia de Sociedade Brasileira de Psicomotricidade.

Quem Somos

A Associação Brasileira de Psicomotricidade é uma entidade de caráter científico-cultural, sem fins lucrativos e foi fundada com o objetivo de agregar os profissionais que vinham se formando e trabalhando na área.
Atualmente, busca a regulamentação da profissão através de projetos de lei.

A A.B.P. tem ainda como objetivo, contribuir com:

  • 1. A promoção de contatos e incentivos à cooperação entre os psicomotricistas e entre estes e as organizações dos diferentes Estados interessados em pesquisas científicas e no desenvolvimento teórico - prático das disciplinas ligadas à psicomotricidade.
  • 2. A coleta e difusão de informações sobre a psicomotricidade; estudo do currículo básico para a formação do psicomotricista;
  • 3. A organização de cursos de especialização em psicomotricidade, inclusive em colaboração com autoridades educacionais de saúde e outras;
  • 4. A promoção de palestras, encontros, seminários, jornadas, simpósios e congressos;
  • 5. O exame das questões éticas, morais e profissionais dos psicomotricistas, emitindo seu parecer;
  • 6. O incentivo de todas e quaisquer atividades científicas que estejam, direta ou indiretamente relacionadas com a psicomotricidade.

Congressos

Nesses 25 anos, a A.B.P. já promoveu a realização de nove congressos, sendo que o último realizou-se na cidade do Rio de Janeiro de 2010, além de encontros científicos como: conferências, cursos, fóruns, seminários e teóricos-práticos, entre outros.
livros
Atualmente, no Brasil, diversas Universidades oferecem cursos de pós-graduação, e em 29 de maio de 1989, pelo Decreto Lei nº 97.782 foi autorizado no Rio de Janeiro o primeiro curso de graduação em Psicomotricidade.
Existem também diversos núcleos de formação, habilitando e formando profissionais em práticas psicomotoras especificas.

Fundadores

Beatriz de Almeida Rego Saboya - RJ
Celma Maria Vieira Cenamo - SP
Cely Ribeiro Wagner - SP
Eliane de Albuquerque e Albuquerque - RJ
Eduardo Raymundo Carballo - RJ
Chrispim Gilberto M. de Lima - RJ
Claudette Duarte Brenha - RJ
Daisy Lima - RJ
Gilda Pacheco Paiva - RJ
Glória Maria Gueiro - RJ
Laís Porto - RJ
Leila Mendes - RJ
Lia Rejane Mendes Barcellos - RJ
Mara Neuberth Teixeira - DF
Marialva F. Frazão - RJ
Maria Alice Parente - SP
Maria Amália Jordan Penedo - BA
Maria Célia Saboia - SP
Maria José Giamnerini - MG
Regina Amaral - RJ
Regina Morizot - RJ
Ricardo de Araujo Lima - RJ
Roberval Pereira Filho - RJ
Sandra Lopes de Almeida - RJ
Solange Thiers - RJ
Sonia Pereira Nunes - RJ
Sueli Gomes - RJ
Tereza Abreu - RJ
Zaccharias Eduardo Carboni - RJ
Zulmira Martinez - RS

Sócios Titulares

>> Titulações de 1982 a 2016

Triênio 2014 - 2016

Diretoria e comissão científica dos capítulos do Nacional - Triênio 2014 - 2016.
Diretoria:

Capitulo Nacional:

Diretoria:
Diretoria:
Presidente: Luiz Gustavo Vasconcellos
Vice - Presidente: Marcelo Antunes
Primeiro Secretário: Ricardo Alves
Segunda Secretária: Paula Galvão
Tesoureira: Etelvina França
Comissão Científica:
Carlos Alberto Mattos
Rita Thompson
Vera Mattos
Daniel Silva
Ana Oliviere
Vitória Bonaldi
Conselho Consultor:
Beatriz Saboya
Regina Morizot
Solange Thiers
Ana M.A. Oliviere
Vera Lucia de Mattos
Izabel Cristina Bicudo
Marilia L. S. Betencourt
Fátima M. O. Alves
Rita Thompson
Leila M. P. Leon

Capítulo Ceará:

Diretoria:
Genivaldo Mácario de Castro - Presidente
Fátima Brito - Vice- Presidente
Francisca Samara Teixeira Carvalho - Primeira Secretária
Sarah de Muora Kurtz da Silva - Segunda Secretária
Apoio Social-Cultural: Sabrina Nóbrega, Gabriel Rocha e Jessyca Guedes.
Carine Emanuele Braga e Dalila Lima - Tesoureira
Comissão Científica:
Comissão Científica: Raimundo Severo, Miria Espíndola, Dayse Campos

Capitulo Gaúcho:

Diretoria:
Maximila Tavares de Quadros Coelho - Presidente
Kátia Cilene da Silva - Vice-Presidente
Roberto Sampaio - Primeiro Secretário
Vanderlei Brusch de Fraga - Segundo Secretário
Tatiana Tanara Melo Figueiredo - Tesoureira
Comissão Científica:
Maria das Graças Taffarel Krieger
Geneci dos Santos Wiest
Annete Lopes Lubisco
Francisco Dutra dos Santos Junior
Ivan Antônio Basegio
Aniê da Conceição de Oliveira

Capítulo Pernambuco:

Diretoria:
Silvana Omena de Siqueira Lopes - Presidente
Maria das Graças Cunha Barbosa - Vice-Presidente
Ana Paula de Oliveira - Primeira Secretária
Sônia Maria Rodrigues Aroucha - Segunda Secretária
Abigail de Sousa Duarte Pereira - Tesoureira
Comissão Científica:
Nivaldo Mendes Torres
Ibrahim Danyalgil Júnior
Ana Nery Freyre de Menezes
Leila Vasconcelos de Albuquerque Cezar
Lygia Gonçalves Azevedo Gomes da Fonseca

Capítulo São Paulo:

Diretoria:
Claudia Renata Pinto dos Santos - Presidente
Barbara Travassos Barreto - Vice Presidente
Monique Mayumi Kamada - Primeira Secretária
Cassia Akemi - Tesoureira
Comissão Científica:
Janice Rico Cabral
Marcia Andrade
Marcia Toledo
Sonia Rodrigues
Nadiejda Ivanoff

Capítulo Minas Gerais:

Diretoria:
Adriana Cançado Munayer - Presidente
Sonia Onofri de Oliveira - Vice-Presidente
Maria das Dores Salles Rocha - Primeira Secretária
Cristina Silveira Bueno - Tesoureira
Comissão Científica:
Suzana Veloso Cabral
Érica Silva Fróis

Código de Ética

Código de ética do Psicomotricista

Os princípios éticos que orientam nossa atuação, também, fundamentam nossa imagem. O presente Código de Ética reúne as diretrizes que devem ser observadas em nossa ação profissional, para atingirmos padrões éticos cada vez mais elevados no exercício de nossas atividades.Reflete nossa identidade cultural e os compromissos que assumimos no mercado em que atuamos.
Abrangência

Este Código de Ética é um instrumento norteador das práticas psicomotoras, e, pertence e aplica-se a todos os sócios desta Associação, até que a profissão seja regulamentada, estando o mesmo já anexado ao Projeto de Lei.

Capítulo I

Dos Princípios
Art 1º - A Psicomotricidade é uma ciência que tem como objetivo, o estudo do homem através do seu corpo em movimento, em relação ao seu mundo interno e externo, bem como suas possibilidades de perceber, atuar, agir com o outro, com os objetos e consigo mesmo. Está relacionada ao processo de maturação, onde o corpo é a origem das aquisições cognitivas, afetivas e orgânicas.
Psicomotricidade, portanto, é um termo empregado para uma concepção de movimento organizado e integrado, em função das experiências vividas pelo sujeito, cuja ação é resultante de sua individualidade e sua socialização.
Art 2º - Podem intitular-se Psicomotricistas e, nesta qualidade, exercer profissionalmente essa atividade em todo território Nacional, os seguintes profissionais: Graduados na área de Saúde e/ou Educação, os Titulados que se enquadrem no Estatuto regulamentador da A.B.P. - Associação Brasileira de Psicomotricidade, e / ou assemelhados.
Art 3º - Os Psicomotricistas devem ter como objetivo básico, promover o desenvolvimento das pessoas sob seu atendimento profissional devendo utilizar todos os recursos técnicos terapêuticos disponíveis (principalmente a interdisciplinaridade) e proporcionar o melhor serviço possível.
Art 4º - O Psicomotricista deve exercer a Psicomotricidade com exata compreensão de sua responsabilidade, atendendo a nível educativo e clínico, sem distinção de ordem política, nacionalidade, cor ou credo e tendo o direito de receber remuneração pelo próprio trabalho.
Art 5º - O trabalho do Psicomotricista prestado às Instituições, comprovadamente filantrópicas e sem fins lucrativos, poderá ser gratuito.

Capítulo II

Das responsabilidades Gerais do Psicomotricista

Art 6º - São deveres Gerais do Psicomotricista

a) Esforçar-se por obter eficiência máxima em seus serviços, mantendo-se atualizado quanto aos conhecimentos científicos e técnicos, necessários ao pleno desempenho da atividade;
b) Assumir, por responsabilidade, somente as tarefas para as quais esteja habilitado;
c) Recorrer a outros especialistas, sempre que for necessário;
d) Colaborar para o progresso da Psicomotricidade como ciência e como futura profissão;
e) Colaborar sempre que possível, e desinteressadamente, em campanhas de Educação e Saúde, que visem difundir princípios da Psicomotricidade, úteis ao bem estar da coletividade;
f) Resguardar a privacidade do cliente.

Art 7º - Ao Psicomotricista é Vedado:

a) Usar títulos que não possua, ou, anunciar especialidades para as quais não esteja habilitado;
b) Fornecer diagnóstico em Psicomotricidade, sem conhecimento prévio do paciente, através de qualquer meio de comunicação.
c) Realizar atendimento em Psicomotricidade, através de qualquer veículo de comunicação;
d) Praticar atos que impliquem na mercantilização da Psicomotricidade;
e) Acumpliciar-se, por qualquer forma, com pessoas que exerçam ilegalmente esta atividade;
f) Avaliar ou tratar distúrbios da Psicomotricidade, a não ser no relacionamento profissional;
g) Usar pessoas não habilitadas para a realização de práticas em substituição à sua própria atividade;

CAPITULO III

Das responsabilidades para com o cliente

Art 8º - Define-se como cliente, a pessoa, entidade ou organização a quem o Psicomotricista preste serviços profissionais e em benefício do qual, deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional.
Art 9º - São deveres dos Psicomotricistas nas suas relações com os seus clientes:

a) Informar ao cliente e ou a seu representante legal, sobre resultados obtidos na avaliação de Psicomotricidade: objetivos do tratamento previsto e sua orientação, a fim de que o cliente possa decidir-se pela aceitação ou não do tratamento indicado;
b) Informar à Instituição Educacional, sobre o projeto a ser desenvolvido, seus objetivos gerais e específicos, dar orientação à equipe educacional, a serem seguidas, e sobre os resultados obtidos após intervenção terapêutica;
c) Limitar o nº de seus clientes, respeitando as normas da técnica e prática da Psicomotricidade, visando a eficácia do atendimento;
d) Esclarecer ao cliente, sobre os possíveis prejuízos de uma interrupção do tratamento que vem recebendo, ficando isento de qualquer responsabilidade;
e) Certificar-se da realização do diagnóstico de outras especialidades ao assumir compromisso terapêutico com seu cliente, e, encaminhá-lo, quando se fizer necessário, para os especialistas adequados;
f) Garantir a privacidade do atendimento realizado, impedindo a presença de elementos alheios na sala de atendimento, a não ser com autorização prévia documentada.

Art 10º - Ao Psicomotricista, em sua relação com o cliente, é vedado:

a) Prolongar desnecessariamente o tratamento ou prestação de serviço;
b) Garantir resultados de qualquer procedimento terapêutico ou intervenção institucional, através de métodos infalíveis sensacionalistas, ou de conteúdo inverídico;
c) Emitir parecer, laudo ou relatório, que não correspondam a veracidade dos fatos;
d) Usar para fins meramente promocionais e/ou comerciais, pessoas ou instituições a quem prestar serviços profissionais;
e) Usar pessoas ou instituições para fins de ensino ou pesquisa, sem seu consentimento expresso e documentado, ou de seu representante legal;
f) Dar diagnóstico clínico de qualquer patologia que não seja da área da psicomotricidade, assim como, promover qualquer intervenção, também, fora da área da psicomotricidade;

CAPITULO IV

Das relações com outros Psicomotricistas:

Art 11º - O Psicomotricista deve ter para com seus colegas, a consideração, o apreço e a solidariedade, que refletem a harmonia da classe e lhe aumentem o conceito público.
Art 12º - O Psicomotricista, quando solicitado, deverá colaborar com seus colegas e apresentar-lhes serviços profissionais, salvo impossibilidade de motivo relevante.
Art 13º - O espírito de solidariedade, não pode levar o Psicomotricista a ser conivente com ato ilícito praticado por colega.
Art 14º - O Psicomotricista atenderá o cliente que esteja sendo assistido por um colega, somente nas seguintes situações:

a) A pedido do próprio colega;
b) Se for procurado, espontaneamente pelo cliente, dando ciência ao colega e atuando em comum acordo.

Art 15º O Psicomotricista, em relação ao colega, é vedado:

a) Emitir julgamento depreciativo sobre o exercício da profissão, ressalvadas as comunicações de irregularidade, transmitidas ao órgão competente;
b) Explorá-lo profissionalmente e financeiramente;
c) Avaliar os serviços prestados pelo colega, para determinar sua eficácia.

Capítulo V

Das responsabilidades e relações com as instituições empregatícias e outras:

Art 16º - O Psicomotricista funcionário de uma organização, deve sujeitar-se aos padrões gerais da instituição, salvo quando o regulamento ou costumes ali vigentes contrarie sua consciência profissional e os princípios e normas deste Código.
Art 17º - O Psicomotricista poderá formular junto às autoridades competentes, críticas aos serviços públicos ou privados, com o fim de preservar o bom atendimento da psicomotricidade e o bem estar do cliente.
Art 18º - O Psicomotricista no cargo de direção ou chefia, deverá preservar normas básicas à eficácia do exercício da Psicomotricidade, respeitando os interesses da classe.

Capítulo VI

Das relações com outros profissionais:

Art 19º - O Psicomotricista procurará desenvolver boas relações com os componentes de outras áreas, observando para esse fim o seguinte:

a) Trabalhar nos restritos limites das suas atividades;
b) Reconhecer os casos pertencentes aos demais campos de especialização profissional, encaminhando-os a profissionais habilitados e qualificados para o atendimento.

Art 20º - O Psicomotricista, nas suas relações com outros profissionais, deverá manter elevado conceito e padrões de seu próprio trabalho;
Art 21º - O Psicomotricista deverá estabelecer e manter o relacionamento harmonioso com os colegas de outras profissões, informando-os:

a) A respeito de serviço de psicomotricidade;
b) Emitindo parecer em Psicomotricidade sobre seus clientes, a fim de contribuir para a ação terapêutica da outra profissão.

CAPITULO VII

Das relações com as Associações congregantes, representativas dos Psicomotricistas.:

Art 22º - O Psicomotricista procurará filiar-se às Associações que tenham como finalidade, a difusão e o aprimoramento da Psicomotricidade como ciência, bem como os interesses da classe.
Art 23º - O Psicomotricista deverá apoiar as iniciativas e os movimentos de defesa dos interesses morais e materiais da classe, através dos seus órgãos representativos.

CAPITULO VIII

Do sigilo profissional:

Art 24º - O Psicomotricista está obrigado a guardar segredo sobre fatos que tenha conhecido, em decorrência do exercício de sua atividade.
Parágrafo único - não se constitui quebra de sigilo, informações a outro profissional envolvido com o caso, ou, no cumprimento de determinação do poder Judiciário.
Art.25º - O psicomotricista não poderá, em anúncios, inserir fotografias, nomes, iniciais de nomes, endereços, ou qualquer outro elemento que identifique o cliente, devendo adotar o mesmo critério nos relatos ou publicações, em sociedades cientificas e jornais.Salvo com autorização livre e esclarecida, devidamente documentada.

CAPITULO IX

É vedado ao Psicomotricista:

a) Apresentar, como original, qualquer idéia descoberta, ou ilustrações, que, na realidade, não o sejam;
b) Anunciar na recuperação de clientes, sobretudo em casos considerados impossíveis o emprego de métodos infalíveis ou secretos, de tratamento.

CAPITULO X

Dos honorários profissionais:

Art.26º - O piso dos honorários deverão ser estabelecidos pelo Conselho profissional, logo que a profissão for regulamentada.

CAPITULO XI

Das disposições gerais:

Art.27º - As dúvidas na observância deste Código e os casos omissos encaminhados pelos Capítulos Regionais da A.B.P.- Associação Brasileira de Psicomotricidade, serão apreciados pela A.B.P. - Colégio Nacional.
Art.28º - Compete a A.B.P.- Associação Brasileira de Psicomotricidade, firmar jurisprudência nos casos omissos e fazê-los incorporarem-se neste Código.
Art.28º - O presente Código de Ética, elaborado pela A.B.P. -Associação Brasileira de Psicomotricidade, entrará em vigor na data de sua substituição, no Registro de Pessoas Jurídicas e/ou de sua publicação no Diário Oficial da União.
Art.34º - Cumprir e fazer cumprir este Código, é dever de todo Psicomotricista.

Bibliografia:
Código de Ética Médica
Código de Ética da Fonoaudiologia
Código de ética Profissional de Psicologia